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Heineken é eleita a cerveja mais amada pelos brasileiros

Pelo segundo ano consecutivo, a marca ficou em primeiro lugar na opinião dos consumidores, de acordo com pesquisa realizada pela Kantar, empresa multinacional especializada em conhecimento do consumidor

A marca atua em 200 milhões de lares em 52 países da Europa, Ásia e Américas, e que faz parte do grupo internacional WPP. (AFP/Divulgação)

A marca atua em 200 milhões de lares em 52 países da Europa, Ásia e Américas, e que faz parte do grupo internacional WPP. (AFP/Divulgação)

Júlia Storch
Júlia Storch

Repórter de Casual

Publicado em 3 de março de 2023 às 10h00.

Por todo o país, as garrafas verdes da Heineken passaram a aparecer mais nas mesas de bares e nas mãos dos consumidores. No ano passado, a receita da marca holandesa cresceu na casa de 30% organicamente, impulsionada pelo aumento da participação do portfólio premium, reajustes de preços e volume maior.

Agora, em pesquisa realizada pela Kantar, a Heineken foi eleita pelo segundo ano consecutivo a marca mais amada pelos consumidores brasileiros. A empresa acaba de divulgar os resultados consolidados de 2022, que categorizam os produtos preferidos no Brasil. No primeiro trimestre de 2021, a marca holandesa ultrapassou todas as outras na categoria cervejas e se manteve como a Número 1 no ranking desde então.

A marca atua em 200 milhões de lares em 52 países da Europa, Ásia e Américas, e que faz parte do grupo internacional WPP.

Com investimentos contínuos no Brasil, no último balanço financeiro global, a empresa apontou um crescimento de 3,7% no volume de cerveja - em relação a 2019 - na região das Américas. Essa alta foi impulsionada, principalmente, pelo forte desempenho da marca no Brasil, que segue crescendo anualmente a duplo dígito.

O volume da cervejaria holandesa aumentou um dígito alto, algo entre 8% e até 9,9%. Com a estratégia de dar foco aos rótulos Heineken e Amstel, a empresa conseguiu um aumento de acima de 20% no portfólio "premium" e "mainstream", com essas duas marcas alcançando participação de mercado recorde. Mas viu os rótulos econômicos como Kaiser, Schin e Glacial caírem mais de 15%.

O crescimento da receita no mercado brasileiro, o maior do mundo em vendas da marca Heineken, ficou em linha com o desempenho global, que cresceu 30,4%, para 34,68 bilhões de euros. O aumento de volume, no entanto, foi superior no país. No mundo, avançou 6,9%, com o portfólio premium crescendo 11,4%, sendo que a cerveja Heineken cresceu 12,5%.

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