Com moletons em alta, Tommy lança peças com Bob Esponja e Pernalonga

As novas coleções capsula fazem parte de uma collab com a ViacomCBS e Warner Bros. Só neste ano, a venda de moletons cresceu 680% na Tommy
 (Tommy Hilfiger/Divulgação)
(Tommy Hilfiger/Divulgação)
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Matheus DoliveiraPublicado em 11/06/2021 às 07:09.

Após uma explosão na venda de moletons devido ao "efeito home-office", a Tommy Hilfiger está lançando uma collab em parceria com a ViacomCBS Consumer Products e Warner Bros.

A collab, chamada "A Blast From The Past", apresenta várias micro coleções cápsula que trazem uma atmosfera divertida de streetwear com personagens icônicos da cultura pop dos anos 1990 e 2000, como Bob Esponja e Pernalonga.

(Tommy Hilfiger/Divulgação)

O acordo exclusivo foi intermediado pela WildBrain CPLG, uma das principais agências de licenciamento de entretenimento, esportes e marcas do mundo.

Em uma variedade de moletons e camisetas, as peças são estampadas com logotipos da Looney Tunes, Nickelodeon e MTV.

A coleção, que já está disponível no e-commerce da marca, traz também peças do Beavis e Butt-Head; Garfield; Ren & Stimpy e Space Jam.

(Tommy Hilfiger/Divulgação)

Vendas de moletons aumentam 680%

A collab da Tommy acontece em um momento de alta inédita nas vendas de moletons pela marca. Na mesma mão em que camisas sociais estão sendo menos procuradas, a pandemia e o isolamento social fizeram o consumo roupas confortáveis decolar.

Desde o começo deste ano, as vendas de moletons cresceram 680% na Tommy Hilfiger. "Percebemos esse movimento ainda no ano passado e, dessa forma, investimos muito na coleção de moletons que lançamos no início deste ano", explica Paulo Matos, diretor da sucursal brasileira da marca. "A procura por peças mais confortáveis está inegavelmente um pouco exagerada, mas deve sim continuar em níveis muito mais altos do que antes da pandemia", diz.

Com o aumento das vendas, a Tommy passou a oferecer um serviço personalizado pelo WhatsApp, levando uma mala de roupas até a casa do cliente. "O tíquete médio de quem compra pelo WhatsApp é 3 vezes maior do que na loja, porque quando o cliente recebe a mala em casa, ele já está inclinado a comprar mais", diz Matos. 

Confira a entrevista na íntegra: