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Redatora
Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 10h02.
Na reta final de um processo seletivo, quando as habilidades técnicas já foram avaliadas e o currículo conferido, o que pode realmente diferenciar um candidato é a sua capacidade de olhar para dentro.
No mercado atual, inteligência emocional deixou de ser diferencial para se tornar critério de permanência. É por isso que cada vez mais recrutadores — e especialmente líderes — estão reformulando suas entrevistas para avaliar essa habilidade invisível, mas decisiva.
Kara Brothers, presidente da marca de skincare Starface, compartilhou uma das perguntas mais difíceis que costuma fazer em entrevistas:
“No seu último emprego, o que realmente te impediu de progredir?”
As informações foram retiradas de CNBC Make It.
Enquanto muitos se preparam para perguntas clássicas como “qual é seu maior defeito?”, poucos esperam ser desafiados a refletir sobre limites reais e vividos no último emprego.
A resposta diz muito mais do que o conteúdo em si. Segundo Brothers, ela está observando como o candidato lida com o ego, como reage a críticas e se é capaz de reconhecer padrões que o travaram no passado.
A executiva afirma que as melhores respostas são aquelas que equilibram vulnerabilidade com responsabilidade.
Ser capaz de admitir erros e agir para corrigi-los demonstra autoconsciência, adaptabilidade e respeito pelo coletivo — três pilares da inteligência emocional no ambiente profissional. Mais do que isso, mostra que o profissional está comprometido com sua evolução e não teme olhar para suas falhas como oportunidades de crescimento.
Para líderes e recrutadores, essa clareza indica maturidade emocional e capacidade de trabalhar em ambientes colaborativos e de alta pressão, onde o jogo não é sobre perfeição, mas sobre aprendizado contínuo.
Você não precisa esperar por uma entrevista difícil para começar a desenvolver essa habilidade. Juliette Han, neurocientista formada em Harvard, propõe um exercício simples de três etapas:
A autoconsciência é uma habilidade treinável — e o resultado vai além de entrevistas, ela afeta sua forma de liderar, colaborar, receber críticas e tomar decisões sob pressão.
No fim das contas, dominar a inteligência emocional é dominar a si mesmo. Esse curso é uma oportunidade gratuita para aprender a se automotivar diante de dificuldades, manter o equilíbrio em momentos de alta pressão e liderar com empatia e impacto.
Se você quer transformar suas emoções em um diferencial competitivo, esta é a hora de dar o próximo passo. O curso online gratuito Inteligência Emocional é a oportunidade de desenvolver habilidades que podem transformar sua carreira.