Alexandre Santos, operador de máquinas da Goodyear, atrás do gerente de RH, José Carlos Marzocchi: foi pelo programa de reabilitação da empresa que Santos e mais 78 profissionais largaram o vício das drogas (Fabiano Accorsi)
Da Redação
Publicado em 14 de novembro de 2013 às 15h18.
São Paulo - No começo, era só uma cervejinha. Depois, elas passaram a ser várias. Com o tempo, o efeito que a bebida trazia já não era mais o mesmo. A solução indicada pelos “amigos” foi procurar algo mais forte. E, a partir de então, o operador de máquinas Alexandre Santos passou a assistir a sua vida ser destruída pela cocaína.
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