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Programas de fidelidade entram na rotina de 8 em cada 10 brasileiros

Estudo inédito da Livelo mostra que 87% dos usuários enxergam o saldo acumulado como economia real

Programas de pontos viram ferramenta de gestão financeira do brasileiro (Miljan Zivkovic/Shutterstock)

Programas de pontos viram ferramenta de gestão financeira do brasileiro (Miljan Zivkovic/Shutterstock)

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Publicado em 13 de agosto de 2026 às 07h00.

Com 87% dos usuários de programas de fidelidade considerando seu saldo de pontos como economia, não é difícil entender porque esse recurso faz jus ao nome. Segundo a pesquisa executada pela AlmapBBDO, os pontos são tratados como dinheiro.

  • Para 87% dos usuários, o acúmulo de pontos representa uma economia efetiva nas despesas da casa,
  • 80% afirmam que os programas contribuem para uma melhor organização das finanças.
  • 79% dos entrevistados consideram o saldo de pontos tão real e valioso quanto o dinheiro mantido em conta corrente.

O estudo foi encomendado e idealizado pela Livelo e aponta para os programas de fidelidade baseados em pontos como uma ferramenta que empresas podem usar com efetividade considerável.

75% dos 1250 entrevistados acreditam que o acúmulo atua como um atalho para realizar sonhos e conquistar produtos que seriam mais difíceis de alcançar usando apenas a renda mensal.

"Isso mostra que a fidelidade passou a ocupar um espaço relevante na economia das famílias e reforça a importância de oferecer um ecossistema capaz de transformar pontos em valor real para consumidores, empresas e parceiros", afirma André Fehlauer, CEO da Livelo.

Uma mudança cultural na relação com o patrimônio

85% dos usuários de programas de fidelidade consideram o saldo de pontos como parte do seu patrimônio. Essa percepção reflete-se diretamente no comportamento diário.

Segundo o levantamento, 82% dos consumidores migraram pagamentos que faziam no débito, Pix ou dinheiro para o cartão de crédito a fim de acelerar o acúmulo de pontos.

O mesmo percentual (82%) passou a acompanhar as faturas com mais rigor para manter o controle dos gastos.

A pesquisa aponta que os pontos acumulados passaram a integrar ativamente as decisões de consumo e a rotina orçamentária das pessoas.

  • 84% sentem a perda de um bem próprio quando os pontos expiram sem uso;
  • 72% enxergam o saldo como uma espécie de reserva de emergência;
  • 79% relatam maior sensação de segurança financeira por terem pontos guardados.

Novo parâmetro para o setor: Índice Livelo da Fidelidade

Para acompanhar essa evolução de forma contínua, a Livelo apresentou o Índice Livelo da Fidelidade (ILF), métrica proprietária voltada a mensurar a maturidade e a percepção do setor no Brasil.

Em sua edição de estreia, o ILF atingiu 75,8 pontos (em uma escala de 0 a 100), patamar que demonstra um estágio avançado de engajamento do consumidor.

A pesquisa ouviu 1.250 brasileiros entre 18 e 60 anos em todas as regiões do país, sob amostragem de 70% de usuários e 30% de não usuários de programas de fidelidade, com coleta realizada pelo Instituto On The Go.

Acompanhe tudo sobre:programas-de-fidelidade

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