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Vice-presidente do Flamengo presta depoimento na Lava Jato

Godinho atuou em cargos importantes das companhias do empresário Eike Batista, como o de diretor de relações institucionais da EBX, até 2013


	Polícia Federal: Godinho atuou em cargos importantes das companhias do empresário Eike Batista, como o de diretor de relações institucionais da EBX, até 2013
 (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Polícia Federal: Godinho atuou em cargos importantes das companhias do empresário Eike Batista, como o de diretor de relações institucionais da EBX, até 2013 (Rovena Rosa/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 22 de setembro de 2016 às 20h17.

Rio - O advogado e vice-presidente de futebol do Flamengo, Flávio Godinho, foi conduzido para a sede da Polícia Federal (PF) no Rio, na manhã desta quinta-feira, 22, para prestar esclarecimentos na 34ª fase da Operação Lava Jato.

Ele atuou em cargos importantes das companhias do empresário Eike Batista, como o de diretor de relações institucionais da EBX, até 2013. A assessoria de imprensa do Flamengo informou que não se pronunciaria sobre o envolvimento do dirigente no processo.

A PF no Rio cumpriu 13 mandados de busca e apreensão, na operação intitulada "Arquivo X", e realizou buscas na sede da OSX, de Eike, no centro do Rio.

O ex-presidente da empresa, Luiz Eduardo Carneiro, foi preso. A PF e a Receita Federal chegaram na empresa, que ocupa o décimo andar de um edifício na Rua do Passeio, por volta das 5h30, e só deixaram o endereço às 10h. Eles saíram com malotes com documentos.

Carneiro, que também presidiu a OGX Petróleo e Gás Participações, exerceu na Petrobras os cargos de gerente geral de telecomunicações e gerente executivo do serviço de tecnologia da informação. Ele foi preso temporariamente. No final da tarde, foi levado para Curitiba.

Atualmente, o executivo é presidente da Sete Brasil - sociedade anônima de capital fechado com investimentos voltados para o setor de petróleo e gás na área offshore, especialmente aqueles relacionados ao pré-sal. A Petrobras é uma das controladoras da Sete Brasil, que informou que não se pronunciaria sobre a prisão do presidente.

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