Brasil

Venezuela: Mourão descarta apoio logístico a eventual intervenção dos EUA

Presidente em exercício deu declarações após Trump afirmar que "todas as possibilidades estão sobre a mesa"

Mourão: general classificou como positiva viagem de Bolsonaro aos EUA (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Mourão: general classificou como positiva viagem de Bolsonaro aos EUA (Antonio Cruz/Agência Brasil)

R

Reuters

Publicado em 19 de março de 2019 às 21h16.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O presidente em exercício do Brasil, Hamilton Mourão, descartou na noite desta terça-feira um apoio logístico do Brasil a uma eventual intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela e classificou como "positiva" a viagem oficial que o presidente Jair Bolsonaro fez ao EUA.

"O que você chama de apoio logístico? Vou te explicar o que é logística: suprimentos de saúde, manutenção e transportes", disse ele, ao fim de rápida entrevista coletiva na saída do seu gabinete da Vice-Presidência.

Para Mourão, sua avaliação da viagem de Bolsonaro foi positiva porque foram fechados acordos para o uso da base de Alcântara pelos Estados Unidos, houve a promessa de apoio dos EUA para o Brasil ser membro da OCDE e também se tornar possível aliado na Otan.

"Acho que ele se consolida como líder do Brasil", disse Mourão.

Previdência dos militares

O presidente em exercício disse que o projeto que muda as regras para a previdência dos militares poderá ser encaminhado na tarde da quarta-feira ao Congresso. Segundo ele, pela manhã, pouco depois de Bolsonaro chegar dos EUA, haverá uma reunião com o presidente e outras autoridades para definir o texto. Se o presidente avalizar o projeto, disse, ele poderá ser encaminhado à tarde.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)Donald TrumpVenezuelaJair BolsonaroHamilton Mourão

Mais de Brasil

MAPA: veja como ficou a votação para presidente em cada estado no 2º turno

'Fato histórico que devo ao povo brasileiro', diz Lula em discurso na Paulista

Após derrota nas eleições, Flávio Bolsonaro ficará sem cargo público pela primeira vez desde 2003

'O respeito à vontade nas urnas fortalece as instituições democráticas', diz Gonet