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Trabalhador não vai votar em patrão, diz Padilha

Candidato reforçou a identidade do PT em evento de aproximação com a militância sindical

Alexandre Padilha durante lançamento da sua campanha em no ginásio da Portuguesa (Emiliano Capozoli/Horizonte Paulista/Divulgação)

Alexandre Padilha durante lançamento da sua campanha em no ginásio da Portuguesa (Emiliano Capozoli/Horizonte Paulista/Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 11 de julho de 2014 às 22h17.

São Paulo - Em evento de aproximação com a militância sindical do PT, o candidato do partido ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha reforçou a identidade do partido.

"Trabalhador não vai votar em patrão", disse as centenas de militantes presentes, sem citar nominalmente nenhum adversário.

Padilha disse que, se eleito, irá implementar um bilhete único que englobe na região metropolitana os diferentes modais de transporte: metrô, trem metropolitano e ônibus, com desconto na passagem.

"O trabalhador não vai mais pagar uma passagem para cada tipo de transporte que ele entra."

O evento marcou a filiação de 132 pessoas ao PT, a maioria de sindicalistas que estavam em outros partidos, como o presidente licenciado do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e de Mauá, Cícero Firmino, o Martinha, que estava no PDT.

Se dirigindo a esse público, Padilha disse que, quando se formou médico pela Unicamp, fez questão de se sindicalizar e optou pelo sindicato que tinha vinculação com a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

"Quando me formei, precisei escolher entre o Sindicato dos Médicos e o Sindisaúde e me filiei com muito orgulho ao Sindisaúde que era o sindicato que carregava a bandeira da Central Única dos Trabalhadores", disse.

Padilha também falou do programa Mais Médicos, implementado por ele quando ministro da Saúde e que completou um ano. "Em um ano nós garantimos médicos para mais de 50 milhões de brasileiros."

E disse ainda que não se preocupou em enfrentar sua própria categoria - os conselhos regionais e nacional de medicina foram grandes críticos do programa que trouxe médicos estrangeiros ao País.

"Não era ministro pra contentar colegas com quem estudei, mas para atender as pessoas que mais precisam", completou.

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