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Tecnologia para ficar na frente

O Brasil precisa apostar em pesquisas para viabilizar o etanol celulósico

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Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h30.

Obtido da cana-de-açúcar, o etanol brasileiro tem custo de produção de 22 centavos de dólar por litro, ante 30 centavos de dólar do etanol americano, extraído do milho, e 53 centavos de dólar do etanol europeu, obtido da beterraba. Para manter-se competitivo, o Brasil deve retomar os investimentos em pesquisa que visam encontrar variedades de cana mais produtivas. Além disso, o país precisa intensificar os estudos para produzir o álcool de celulose. Apesar de os Estados Unidos estarem investindo pesadamente nessa linha de pesquisa, a grande vantagem brasileira é poder usar uma matéria-prima abundante em usinas já em funcionamento - o bagaço de cana. Fazendo a hidrólise (quebra da molécula por água) do bagaço, o Brasil tem condições de dobrar a produção de etanol sem necessidade de expandir as plantações de cana. Já existe tecnologia para a produção do etanol celulósico, mas ela ainda custa muito caro. A grande corrida internacional é tornar esse processo economicamente viável.

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