Brasil

SP precisa de doadores de sangue do tipo O

O estoque de bolsas dos tipos sanguíneos O positivo e negativo está no patamar crítico da cidade

Doações vão reforçar os estoques da Fundação Pró-Sangue (Alex Livesey/Getty Images)

Doações vão reforçar os estoques da Fundação Pró-Sangue (Alex Livesey/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de novembro de 2011 às 13h51.

São Paulo - A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está convocando pessoas que tenham sangue do tipo O, positivo e negativo, para auxiliar a reforçar, por meio de doação, os estoques da Fundação Pró-Sangue, órgão da pasta responsável pelo abastecimento de 128 hospitais da capital e região metropolitana. O estoque de bolsas destes dois fatores está no patamar crítico.

O sangue O positivo é o mais frequente na população brasileira. Mas o O negativo é mais raro no País, sendo apenas encontrado em aproximadamente 6% dos doadores brasileiros. O sangue O negativo tem caráter universal, podendo ser doado para pessoas de todos os tipos sanguíneos. É muito utilizado em casos emergenciais, de pessoas que passam por cirurgia e precisam de transfusão.

Para doar basta estar em boas condições de saúde, alimentado, ter entre 16 e 67 anos, pesar no mínimo de 50 kg e levar documento de identidade original. É recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes.

"É muito importante que a população colabore e ajude a reforçar os estoques da Pró-Sangue, por meio de um gesto de solidariedade que pode salvar vidas", afirma Osvaldo Donini, coordenador da Hemorrede da Secretaria. Mais informações podem ser obtidas pelo Alô Pró-Sangue 0800-55-0300 ou no site www.prosangue.sp.gov.br.

Acompanhe tudo sobre:cidades-brasileirasMetrópoles globaisSaúdeSão Paulo capital

Mais de Brasil

Bolsonaro volta a ter crise de soluços por 36 horas, diz relatório médico

Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, mas proíbe visitas por 30 dias

PGR defende manutenção de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

O que muda com o acordo entre TSE e big techs para as eleições de 2026?