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"Seca é fenômeno político-social", afirma historiador

Em entrevista à Agência Pública, o especialista na seca nordestina Frederico de Castro Neves critica a evolução das políticas públicas de acesso à água tratada

Sertanejo transporta água retirada diretamente de açu: pesquisador critica a visão “vitoriosa” que aposta em grandes reservatórios (Marilia Camelo/Agência Pública)

Sertanejo transporta água retirada diretamente de açu: pesquisador critica a visão “vitoriosa” que aposta em grandes reservatórios (Marilia Camelo/Agência Pública)

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Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2015 às 11h28.

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Há 27 anos, o historiador Frederico de Castro Neves pesquisa as estiagens que assolam o semiárido. Doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), é autor dos livros A Multidão e a História: saques e outras ações de massas no Ceará e Imagens do Nordeste: a construção da memória regional.

Em entrevista para a Pública, ele relembra a evolução das políticas públicas de combate à seca, criticando a visão vitoriosa que aposta em grandes reservatórios. Veja a entrevista em vídeo:

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