Brasil

São Paulo começa aplicar 3ª dose em adolescentes a partir desta segunda

A vacinação acontece em toda a rede de saúde - UBSs e AMAs/UBSs Integradas, das 7h às 19h, e megapostos e drive-thrus, das 8h às 17h

São Paulo vacina adolescentes. (Eduardo Frazão/Exame)

São Paulo vacina adolescentes. (Eduardo Frazão/Exame)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 30 de maio de 2022 às 09h52.

Priorizar nos meus resultados Google

A cidade de São Paulo começa, nesta segunda-feira, 30, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 em adolescentes de 12 a 17 anos. A vacinação acontece em toda a rede de saúde - UBSs e AMAs/UBSs Integradas, das 7h às 19h, e megapostos e drive-thrus, das 8h às 17h.

A decisão acontece após o pedido, feito na última quarta-feira, 25, da Prefeitura da capital ao Ministério da Saúde para imunização desse grupo e também de adultos a partir de 50 anos com comorbidades e profissionais da saúde.

Para receber a dose de reforço, adolescentes devem ter tomado a segunda dose há pelo menos quatro meses. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que poderão ser utilizados os imunizantes da Pfizer e Coronavac, de acordo com a disponibilidade nas unidades de saúde. A recomendação também vale para adolescentes gestantes e puérperas. No caso dos adolescentes imunocomprometidos, apenas a vacina da Pfizer deverá ser utilizada, reforça a SMS.

Desde fevereiro deste ano, adolescentes imunossuprimidos já tinham a terceira dose disponível. Ainda segundo a SMS, até o momento, 4.520 doses foram aplicadas nesse grupo. Já em todo o público de 12 a 17 anos, foram 978.330 primeiras doses e 876.506 segundas doses aplicadas, com cobertura de 115,9% e 103,8%, respectivamente.

 

Acompanhe tudo sobre:VacinasCoronavírus

Mais de Brasil

Eleitores aprovam transferência de distritos e comunidades entre municípios; entenda

MAPA: veja como ficou a votação para presidente em cada estado no 2º turno

'Fato histórico que devo ao povo brasileiro', diz Lula em discurso na Paulista

Após derrota nas eleições, Flávio Bolsonaro ficará sem cargo público pela primeira vez desde 2003