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Renegociação de dívida cai 1,64% em setembro, diz CNDL

No acumulado do ano, a quantidade de dívidas renegociadas recuou 1,12% em relação ao mesmo período do ano passado


	Dinheiro: cálculo mostra uma manutenção do padrão de agosto
 (Germano Luders)

Dinheiro: cálculo mostra uma manutenção do padrão de agosto (Germano Luders)

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Guilherme Mattar

15 de outubro de 2014, 16h17

São Paulo - O número de dívidas regularizadas pelos consumidores no Brasil caiu 1,64% em setembro, comparado a igual período do ano passado.

O cálculo, efetuado com base nas exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra uma manutenção do padrão de agosto, quando o indicador apontou queda de 1,66%.

No acumulado do ano, a quantidade de dívidas renegociadas recuou 1,12% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em nota distribuída à imprensa, os economistas do SPC Brasil avaliam que o resultado de setembro reflete a desconfiança dos consumidores, fruto do enfraquecimento da economia, aliada à alta da inflação e taxas de juros não atrativas.

Em relação a agosto, o total de exclusões de inadimplências do SPC Brasil recuou 0,11%, número que veio após o encolhimento de 2,92% verificado no mês anterior e pode ser explicado pelos feirões de renegociação e pagamentos de benefícios a aposentados e pensionistas como o 13º salário.