Brasil

Reforma trabalhista

O governo federal anunciou, nesta quinta-feira, um projeto de reforma trabalhista, que será encaminhado ao Congresso. O ponto mais polêmico tem a ver com a jornada, que pode chegar até 12 horas diárias. Os limites de 44 horas semanais e 220 horas mensais ficam mantidos. O texto da lei atual estabelece um limite máximo de 8 […]

REFORMA TRABALHISTA: O presidente Michel Temer assina Programa de Manutenção e Geração de Empregos, no Palácio do Planalto / Antonio Cruz/Agência Brasil

REFORMA TRABALHISTA: O presidente Michel Temer assina Programa de Manutenção e Geração de Empregos, no Palácio do Planalto / Antonio Cruz/Agência Brasil

DR

Da Redação

Publicado em 22 de dezembro de 2016 às 13h42.

Última atualização em 22 de junho de 2017 às 18h45.

Priorizar nos meus resultados Google

O governo federal anunciou, nesta quinta-feira, um projeto de reforma trabalhista, que será encaminhado ao Congresso. O ponto mais polêmico tem a ver com a jornada, que pode chegar até 12 horas diárias. Os limites de 44 horas semanais e 220 horas mensais ficam mantidos. O texto da lei atual estabelece um limite máximo de 8 horas diárias de trabalho podendo ser acrescidas de apenas 2 horas extras. Durante a coletiva de imprensa, não ficou claro o que será considerado hora extra. Acordos sobre marcação de ponto também passam a se sobrepor à lei. Confira, abaixo, os principais pontos anunciados pelo ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira.

http://infogr.am/de5f5b38-7a4e-4ed0-8260-8f9aa721861a

Acompanhe tudo sobre:Exame Hoje

Mais de Brasil

Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno contra Lula

Deputados federais eleitos no Rio Grande do Sul em 2026: veja a lista completa

EXAME leva 1,7 milhão ao YouTube e impacta 27 milhões de pessoas na eleição

'O governo Lula se perdeu no curto-prazismo', diz cientista político Fernando Schüler