Brasil

Paulistanos enfrentam lentidão na Linha 10 Turquesa da CPTM

A greve dos funcionários, feita desde a manhã, atingiu cerca 800 mil usuários, segundo a companhia. A linha 7-Rubi também foi afetada

CPTM: os empregados protestaram em razão do não pagamento do Programa de Participação de Resultados de 2016 que, de acordo com o sindicato, deveria ter sido efetuado em parcela única no dia 31 de março (Marcos Santos/Agência USP)

CPTM: os empregados protestaram em razão do não pagamento do Programa de Participação de Resultados de 2016 que, de acordo com o sindicato, deveria ter sido efetuado em parcela única no dia 31 de março (Marcos Santos/Agência USP)

AB

Agência Brasil

Publicado em 11 de abril de 2017 às 21h42.

Priorizar nos meus resultados Google

A Linha 10 Turquesa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está operando com velocidade reduzida no início da noite de hoje (11).

Essa é a única linha com funcionamento ainda não normalizado.

As demais linhas já operam normalmente.

A greve dos funcionários, feita desde a manhã, atingiu cerca 800 mil usuários, segundo a companhia.

Os empregados protestaram em razão do não pagamento do Programa de Participação de Resultados (PPR) de 2016 que, de acordo com o sindicato, deveria ter sido efetuado em parcela única no dia 31 de março.

Durante a tarde, os funcionários decidiram voltar ao trabalho, mas o sindicato informou que deverá ingressar com uma ação na Justiça contra a CPTM.

"Vamos entrar com ação coletiva de danos materiais pelo descumprimento, já que muitos ferroviários haviam comprometido o dinheiro que receberiam integralmente no dia 31 de março", disse o presidente do Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, Eluiz Alves de Matos.

Na última nota divulgada, antes do fim da greve, a CPTM informou que também vai ingressar na Justiça solicitando que o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgue a paralisação ilegal "já que a ação do sindicato nas linhas 7 e 10 é desproporcional em relação ao seu motivo, pois os empregados não terão prejuízo financeiro e têm garantido pela empresa o pagamento total do PPR".

"A CPTM espera que o tribunal tome as providências cabíveis em relação a essa paralisação, que prejudicou a prestação de serviço aos mais de 800 mil usuários que utilizam diariamente os trens para chegar ao trabalho, à escola, ao médico, à rede hospitalar, entre outros inúmeros compromissos assumidos", informou a nota.

De acordo com a CPTM, o pagamento do PPR aos empregados será efetuado no dia 16 de junho, com valor corrigido pelo índice acumulado nos meses de abril e maio, "evitando qualquer prejuízo financeiro aos seus colaboradores".

 

Acompanhe tudo sobre:Transporte públicoGrevesCPTM

Mais de Brasil

Fachin assume a relatoria do processo sobre Moraes e determina envio dos casos Master e INSS ao STF

Fachin dá 24 horas para PF informar sobre dados extraídos do celular de Vorcaro

São Paulo tem setembro mais chuvoso dos últimos 30 anos, afirma prefeitura

Fachin fixa data para julgar casos de Moraes e Mendonça no STF; entenda