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Dilma "passa" Copa para Putin e diz que hexa seria perfeição

Dilma Rousseff passou simbolicamente comando da Copa do Mundo para o presidente russo e disse que a comemoração só não foi perfeita porque Brasil não se sagrou campeão

Dilma Rousseff passa simbolicamente comando da Copa o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao lado de Joseph Blatter (REUTERS/Alexey Nikolsky/RIA Novosti/Kremlin)

Dilma Rousseff passa simbolicamente comando da Copa o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao lado de Joseph Blatter (REUTERS/Alexey Nikolsky/RIA Novosti/Kremlin)

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Da Redação

Publicado em 13 de julho de 2014 às 21h48.

Brasília - Em cerimônia fechada, longe dos olhos da imprensa e dos milhares de torcedores que lotavam o Maracanã na tarde deste domingo, a presidente Dilma Rousseff passou "simbolicamente" o comando da organização da Copa do Mundo para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na presença do presidente da FIFA, Joseph Blatter. Em sua fala, após comemorar o sucesso da realização da Copa das Copas, a presidente Dilma disse que a comemoração só não foi perfeita porque o Brasil não se sagrou campeão.

"Nós, brasileiros, guardaremos a emoção e satisfação de ter realizado um evento muito bem sucedido, uma Copa que só não foi perfeita porque o hexacampeonato não veio", disse a presidente, em discurso, lembrando que agora as atenções estarão voltadas para a Rússia, sede da Copa de 2018.

Durante esta cerimônia, Dilma afirmou ter certeza que todos que vieram ao Brasil "levarão de volta a experiência de ter conhecido um belo país, feito por um povo carinhoso e receptivo, e onde impera a diversidade".

"Nós, brasileiras e brasileiros de todos os cantos deste imenso e adorado País, convidamos todos a voltarem para as Olimpíadas e Paraolimpíadas 2016, que sediaremos com a mesma competência e hospitalidade dedicadas à Copa do Mundo".

Em resposta, também em uma fala rápida, Putin afirmou que espera conseguir organizar uma Copa tão boa quanto do Brasil.

Dilma, Putin e Blatter assinaram três bolas da Copa, a Brazuca, em uma edição especial, dourada. Uma delas ficará com Dilma, outra com Putin, e a terceira irá para o futuro museu da FIFA, em Zurique, na Suíça.

O presidente da Fifa, por sua vez, disse que "a Copa do Mundo em 2014 foi de muito sucesso e certamente veremos um legado neste país. Ao mesmo tempo, a responsabilidade agora cabe ao próximo país-sede e estou confiante de que a Rússia vai assumir essa responsabilidade e também realizar uma maravilhosa e inesquecível Copa do Mundo em 2018."

Já o presidente da Rússia emendou parabenizando Dilma pela forma como a Copa foi organizada.

"O futebol ajuda a solucionar problemas sociais. Nossa tarefa é criar as melhores condições para treinadores, jogadores, especialistas e torcedores. Sou grato ao presidente Blatter e seus colegas da FIFA pela honra de organizar a Copa do Mundo. Faremos tudo o que pudermos para organizar o evento no mais alto nível", disse Putin.

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