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No RS, Tarso usa Dilma na propaganda e Sartori, Aécio

José Ivo Sartori, do PMDB, exibiu gravação na qual Aécio Neves (PSDB) diz "aqui o meu partido é o Rio Grande", repetindo o bordão da campanha do peemedebista


	José Ivo Sartori e Tarso Genro: eles vincularam suas campanhas às dos candidatos à Presidência
 (Caco Argemi/UPPRS)

José Ivo Sartori e Tarso Genro: eles vincularam suas campanhas às dos candidatos à Presidência (Caco Argemi/UPPRS)

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Da Redação

Publicado em 20 de outubro de 2014 às 16h31.

Porto Alegre - Os dois candidatos ao governo do Rio Grande do Sul vincularam suas campanhas às dos candidatos à Presidência da República na propaganda da televisão no início da tarde desta segunda-feira, 20.

José Ivo Sartori, do PMDB, exibiu uma gravação na qual Aécio Neves (PSDB) diz "aqui o meu partido é o Rio Grande", repetindo o bordão da campanha do peemedebista no stado.

"Serei grande parceiro do governador Sartori para enfrentarmos a questão da dívida, trazermos investimentos para o Estado, melhorando a vida", promete.

A campanha do PT, que já mostrou depoimentos da presidente, desta vez exibiu uma vinheta afirmando que "quem é Tarso vota na Dilma, quem é Dilma vota no Tarso", com imagens dos dois.

No restante do programa, Tarso destacou a desativação do Presídio Central de Porto Alegre e transferência de condenados para novas penitenciárias, prometida por antecessores e iniciada na sua gestão. Também exibiu trechos de uma entrevista feita por jornalistas do Grupo RBS para um portal na internet na qual Sartori é instado por quase cinco minutos a apresentar e explicitar uma proposta de governo e recorre a evasivas como "vamos ganhar a eleição, montar a equipe e governar bem".

O programa de Tarso afirma que, sem propostas, o concorrente está pedindo um cheque em branco à população e questiona: "Você acredita que um candidato que não tem sequer uma proposta tem condições de governar o Rio Grande?".

Além de exibir Aécio, Sartori usou o programa para falar do que pretende fazer pela educação, citando o ensino das línguas alemã, italiana e espanhola nas regiões colonizadas por imigrantes e na fronteira com o Uruguai e Argentina, além do inglês.

"As escolas serão avaliadas e terão metas de qualidade a serem alcançadas", adiantou o candidato.

"A valorização dos professores não será restrita a questões salariais e a Secretaria da Educação adotará um novo sistema de qualificação profissional permanente".

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