Brasil

Haddad contratará táxi preto para Secretaria de Finanças

A iniciativa vale pelo período de três meses e pode se estender para outros órgãos e entidades da gestão


	Fernando Haddad: no texto, o prefeito determina que a secretaria avalie, mês a mês, resultados econômico-financeiros
 (Bloomberg)

Fernando Haddad: no texto, o prefeito determina que a secretaria avalie, mês a mês, resultados econômico-financeiros (Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de maio de 2016 às 13h01.

São Paulo - Após aprovar a regulamentação do Uber por decreto, na semana passada, e ter sido alvo de protestos de taxistas, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), autorizou uma experiência-piloto para uso de táxi como alternativa à locação de carros e veículos de representação pela Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico.

Haddad lançou a experiência neste sábado, 14, por decreto municipal. A iniciativa vale pelo período de três meses e pode se estender para outros órgãos e entidades da gestão.

O decreto autoriza a substituição de veículos de representação por táxis pretos, categoria criada por Haddad no ano passado para competir com o aplicativo norte-americano.

Por ser um serviço com proposta de mais conforto e luxo, o táxi preto trabalha com tarifa até 25% mais cara que o convencional e opera exclusivamente por aplicativo.

No texto, o prefeito determina que a secretaria avalie, mês a mês, resultados econômico-financeiros.

A pasta deve analisar ainda a qualidade do serviço prestado no período de teste.

Após 30 dias de experiência, um relatório deve ser apresentado à Secretaria Municipal de Gestão, que vai acompanhar o projeto e poderá adotar para outros órgãos e entidades municipais.

Acompanhe tudo sobre:Políticos brasileirosPolítica no BrasilUberTransportesmobilidade-urbanaFernando HaddadPrefeitosTáxis

Mais de Brasil

Governo se reúne com setor pornô para discutir proteção de menores na internet

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos em pagamentos do INSS

Prazo para contestar descontos indevidos do INSS termina em 14 de fevereiro

Defesa de Bolsonaro promete medidas legais após Moraes negar ida a hospital