Brasil

Gilmar Mendes arquiva inquérito sobre Aécio Neves no caso de Furnas

Ministro levou em conta um relatório da PF que concluiu pela falta de provas da participação do senador em suposto esquema de corrupção na estatal

Aécio Neves: senador era investigado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro (Ueslei Marcelino/Reuters/Reuters)

Aécio Neves: senador era investigado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro (Ueslei Marcelino/Reuters/Reuters)

AB

Agência Brasil

Publicado em 29 de junho de 2018 às 19h42.

Priorizar nos meus resultados Google

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes arquivou hoje (29) o inquérito que trata das investigações sobre senador Aécio Neves (PSDB-MG) no caso de Furnas.

Na decisão, o ministro levou em conta um relatório da Polícia Federal (PF) que concluiu pela falta de provas da participação do parlamentar em um suposto esquema de corrupção na estatal do setor elétrico, subsidiária da Eletrobras.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, após a tomada de depoimentos de políticos de oposição e delatores foi possível concluir que "inexistem elementos que apontem para o envolvimento" do senador.

"A partir do conteúdo das oitivas realizadas e nas demais provas carreadas para os autos, cumpre dizer que não é possível atestar que Aécio Neves da Cunha realizou as condutas criminosas que Ihe são imputadas", diz relatório da PF.

A investigação foi aberta em 2016 a pedido do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para apurar o suposto cometimento dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Acompanhe tudo sobre:CorrupçãoSupremo Tribunal Federal (STF)aecio-nevesGilmar Mendes

Mais de Brasil

TSE dá 48h para dona do Instagram explicar suposta redução de alcance de posts de Lula e aliados

TRE retotaliza votos e declara Douglas Ruas governador eleito do Rio no 1º turno

Coordenador da campanha de Lula descarta demissão de indicados do Centrão no governo

Campanha de Lula denuncia Meta por reduzir alcance de posts petistas e impulsionar Flávio Bolsonaro