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Financial Times destaca Campos em reportagem sobre eleições

Na reportagem que contextualiza a pré-campanha eleitoral brasileira, o jornal diz que deve ser "uma corrida de três cavalos"


	Eduardo Campos (PSB-PE): em entrevista, candidato defende maior autonomia para o BC, e parceria com o setor privado para destravar investimentos em infraestrutura
 (Roberto Pereira/Divulgação)

Eduardo Campos (PSB-PE): em entrevista, candidato defende maior autonomia para o BC, e parceria com o setor privado para destravar investimentos em infraestrutura (Roberto Pereira/Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 15 de maio de 2014 às 19h20.

São Paulo - O caderno especial sobre o Brasil publicado nesta quinta-feira pelo jornal britânico Financial Times deu destaque ao pré-candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB).

Na reportagem que contextualiza a pré-campanha eleitoral brasileira, o jornal diz que deve ser "uma corrida de três cavalos" e explica que a atual presidente, Dilma Rousseff, está na liderança e pode prolongar a permanência do PT à frente do País - que ao fim de 2014 chega a 12 anos.

O texto cita ainda Aécio Neves (PSDB), que aparece em segundo nas pesquisas de preferência do eleitorado, mas traz foto e entrevista com Campos.

Na entrevista, Campos defende pautas que vem colocando na pré-campanha, como a melhoria nos pilares macroeconômicos, com maior autonomia para o Banco Central, e parceria com o setor privado para destravar investimentos em infraestrutura.

"No curto prazo, precisamos recuperar a confiança dos investidores, aqui e no exterior, através de governança macroeconômica", diz ele, pontuando a crítica ao governo de Dilma, que, de acordo com o pré-candidato, não entregou as melhorias esperadas pelos seus eleitores.

Campos também reforça sua proposta de ter uma regra de longo prazo para o preço da gasolina praticado no Brasil, em contraponto à política do atual governo de manter uma operação deficitária da Petrobras como forma não oficial de combate à inflação.

Ele critica a política nacionalista na exploração do pré-sal, com exigência de 30% de participação da Petrobras.

O pessebista repete ainda a proposta de diminuir o fisiologismo, a troca de cargos em ministérios por apoio político.

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