Brasil

Dilma confirma reforma ministerial para janeiro

A substituição de ministros estará concluída até o Carnaval, em março, segundo a presidente


	Dilma Rousseff: “Vou fazer a reforma ministerial e vai ter um período. Pretendo fazer da segunda metade de janeiro até o Carnaval", disse em entrevista 
 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Dilma Rousseff: “Vou fazer a reforma ministerial e vai ter um período. Pretendo fazer da segunda metade de janeiro até o Carnaval", disse em entrevista  (Ueslei Marcelino/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de dezembro de 2013 às 11h37.

Brasília – A presidente Dilma Rousseff disse hoje (18) que a reforma ministerial do governo vai começar na segunda metade de janeiro.

A substituição de ministros estará concluída até o Carnaval, em março, segundo a presidente.

Vários ministros da equipe de Dilma que pretendem se candidatar nas eleições de outubro de 2014 devem deixar o governo e ser substituídos.

“Vou fazer a reforma ministerial e vai ter um período. Pretendo fazer da segunda metade de janeiro até o Carnaval", disse em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto.

Ao ser questionada sobre a permanência do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a presidente respondeu que “ele está perfeitamente no lugar onde ele está”.

Nos últimos dias, o ministro Mantega foi alvo de críticas ao informar que o governo poderia adiar a obrigatoriedade de inclusão de airbag e freio ABS nos automóveis para evitar que os preços subissem.

Dias depois, o governo voltou atrás e informou que os equipamentos serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno DilmaGuido Mantega

Mais de Brasil

TCU suspende novos empréstimos consignados do INSS após indícios de fraudes

CCJ do Senado aprova nome de Messias para STF; indicação segue para plenário

Novo Desenrola terá renegociação de dívidas para pequenas e médias empresas

Novo Desenrola: Governo deve liberar R$ 4,5 bi do FGTS para pagamento de dívidas