Reajuste da PF não vai incentivar protestos, diz Carvalho

Governo encaminhou ontem ao Congresso alteração à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014 para incorporar aumento dos salários de 15,8% para policiais federais

Brasília - O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse nesta terça-feira, 03, que o aumento de salários a ser concedido à Polícia Federal foi resultado de uma "longa negociação" e que não deve gerar efeito cascata nem protestos de outras categorias.

"Não (vai gerar efeito cascata), porque o reajuste da PF é resultado de uma longa negociação que fizemos nos dois anos com os companheiros do sindicato da PF. Foi um processo difícil, doloroso às vezes, mas muito maduro. E nós estamos muito felizes de termos chegado a um bom termo lavrado neste acordo. É claro que isso ajuda, sim, a descontaminar o clima da Copa, agora é claro que não podemos dizer que isso resolve todo o problema da segurança", afirmou Carvalho a jornalistas, após abertura de seminário no Palácio do Planalto.

Questionado por repórteres se o reajuste à PF poderia gerar protestos de outras categorias, o ministro respondeu: "Não. Esse acordo que fizemos com a PF agora é o mesmo acordo que fizemos há dois anos com outras categorias. O que ocorre é que sindicatos da PF não tinham aceitado esse acordo. O que eles fizeram agora foi aceitar exatamente o acordo que as outras categorias aceitaram lá atrás. Então não tem esse risco, não vemos dessa forma".

O governo federal encaminhou ontem ao Congresso uma alteração à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 para incorporar o aumento dos salários de 15,8% para os policiais federais.

O acordo foi fechado na semana passada com o sindicato da categoria.

Segundo o Ministério do Planejamento, o reajuste será concedido em duas vezes, sendo uma parte este ano e o restante em 2015.

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