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Brasil criou 166.621 postos de trabalho em junho, segundo dados do Ministério do Trabalho

A geração de empregos surpreendeu o mercado negativamente, que esperava um saldo positivo de 175 mil postos de trabalho no mês

Ministério do Trabalho: Nos seis primeiros meses do ano, foram criados 1.222.591 empregos com carteira assinada (RafaPress/Getty Images)

Ministério do Trabalho: Nos seis primeiros meses do ano, foram criados 1.222.591 empregos com carteira assinada (RafaPress/Getty Images)

Antonio Temóteo
Antonio Temóteo

Repórter especial de Macroeconomia

Publicado em 4 de agosto de 2025 às 14h37.

Última atualização em 4 de agosto de 2025 às 15h13.

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O Brasil criou mais de 166.621 postos de trabalho com carteira assinada em junho de 2025, queda 19,2% em comparação com o mesmo mês de 2024, quando foram criados 206.310 postos.

A geração de empregos surpreendeu o mercado negativamente, que esperava um saldo positivo de 175 mil postos de trabalho. O resultado decorreu de 2.139.182 admissões e 1.972.561 desligamentos.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta segunda-feira, 4.

Nos seis primeiros meses do ano, foram criados 1.222.591 empregos com carteira assinada, segundo os dados do governo. Com o resultado, o total de trabalhadores com carteira assinada no Brasil totalizou 48.419.937.

Setor de serviços puxa geração de empregos

Com 77.057 postos, o setor de serviços foi o que mais criou empregos com carteira assinada em junho.

Os subsetores que mais contrataram foram de informação, comunicação, financeiro, imobiliário, atividades administrativas, serviço público e educação e saúde.

O segundo maior crescimento do emprego formal ocorreu no comércio, com um saldo de 32.938 postos, com destaque para o setor varejista, supermercados e hipermercados, além de farmácias e pet shops.

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