Carreira

Por que os líderes precisam de inteligência emocional para guiar suas equipes em meio às mudanças

Mudanças inesperadas exigem líderes capazes de equilibrar pressão, empatia e tomada de decisão

O curso de Administração no Brasil tem evoluído para incorporar conhecimentos tecnológicos, preparando os gestores do futuro para liderar em um ambiente digitalizado e em constante mudança. (Getty Images/Getty Images)

O curso de Administração no Brasil tem evoluído para incorporar conhecimentos tecnológicos, preparando os gestores do futuro para liderar em um ambiente digitalizado e em constante mudança. (Getty Images/Getty Images)

Publicado em 12 de agosto de 2026 às 15h21.

Priorizar nos meus resultados Google

Uma redução de orçamento, uma reestruturação inesperada ou a saída de uma pessoa-chave podem mudar as prioridades de uma equipe de um dia para o outro. 

Nessas situações, conhecimento técnico continua sendo necessário, mas não resolve sozinho o problema: alguém precisa comunicar decisões difíceis, lidar com insegurança e manter as pessoas mobilizadas. É por isso que a inteligência emocional precisa ser desenvolvida antes que a crise chegue. 

A questão que atravessa diferentes setores: como liderar quando nem o gestor possui todas as respostas? As informações foram retiradas da Forbes.

As emoções podem te travar ou te impulsionar. Em apenas 6 horas, aprenda a controlá-las e use-as a seu favor

Conhecimento técnico abre portas, mas não sustenta uma equipe sozinho

Quem cresce profissionalmente costuma fazê-lo primeiro pela capacidade técnica. Um analista domina processos, um engenheiro resolve problemas complexos, um profissional de finanças conhece números e um especialista de tecnologia entende sistemas.

Ao assumir mais responsabilidade, porém, outra camada passa a pesar. O profissional precisa influenciar pessoas, administrar conflitos, dar direcionamento e comunicar decisões em situações nas quais interesses diferentes estão em jogo.

No programa de formação de lideranças DELPH, desenvolvido pela ASTHO em parceria com o Satcher Health Leadership Institute, competências como autoconhecimento, autogestão e empatia aparecem integradas ao desenvolvimento profissional. A formação dura dez meses e inclui workshops, coaching, apoio entre pares e atividades práticas.

A lógica é preparar profissionais antes que cheguem ao topo da organização — e antes que precisem lidar com uma situação crítica sem repertório para isso.

Liderar mudanças exige equilibrar empatia e decisão

Inteligência emocional não significa aliviar toda cobrança ou tentar preservar todos de qualquer desconforto.

Em uma reestruturação, por exemplo, o líder pode compreender a insegurança da equipe e ainda precisar estabelecer novas metas. O desafio está em combinar empatia e direção. 

Sahadeo resume esse tipo de situação ao falar sobre a necessidade de equilibrar ponderação com urgência, vulnerabilidade com confiança e empatia com pragmatismo.

Essa combinação diferencia uma liderança emocionalmente inteligente de dois extremos comuns: fingir que nada está acontecendo ou transformar a própria preocupação em preocupação coletiva.

Feedback é parte do desenvolvimento — não uma etapa final

Outro ponto do programa da ASTHO é que desenvolvimento de liderança não acontece apenas em sala de aula.

Os workshops representam cerca de 15% do tempo mensal dedicado pelos participantes do DELPH. A maior parte é destinada à prática, reflexão, aplicação no trabalho e aprendizagem com outras pessoas.

A estrutura ajuda a explicar por que a inteligência emocional dificilmente é desenvolvida apenas consumindo conteúdo.

É preciso testar uma nova maneira de conduzir uma conversa, observar o resultado e receber retorno sobre o impacto provocado.

O processo também é contínuo. A ASTHO descreve o DELPH como uma experiência de dez meses com coaching, networking, apoio entre pares e desenvolvimento de competências de liderança.

Quer transformar suas emoções em força? Inscreva-se gratuitamente e descubra como agir com equilíbrio em qualquer situação

As empresas continuam procurando habilidades humanas

A importância dessas competências não está restrita ao setor de saúde.

O Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, mostra que liderança e influência social, resiliência, flexibilidade e agilidade estão entre as habilidades cuja importância mais cresceu para os empregadores. Ao mesmo tempo, competências relacionadas à inteligência artificial e big data avançam rapidamente.

Na América Latina e no Caribe, 70% dos empregadores consultados pelo Fórum esperam aumento da demanda por liderança e influência social, enquanto 73% projetam maior procura por resiliência, flexibilidade e agilidade.

A combinação revela uma mudança importante para a carreira: desenvolver habilidades tecnológicas não elimina a necessidade de fortalecer competências humanas.

Aprenda sobre inteligência emocional com especialistas

No fim das contas, dominar a inteligência emocional é dominar a si mesmo. Esse curso é uma oportunidade gratuita para aprender a se automotivar diante de dificuldades, manter o equilíbrio em momentos de alta pressão e liderar com empatia e impacto. 

Se você quer transformar suas emoções em um diferencial competitivo, esta é a hora de dar o próximo passo. O curso online gratuito Inteligência Emocional é a oportunidade de desenvolver habilidades que podem transformar sua carreira. 

Inscreva-se agora e descubra como dominar suas emoções pode ser o diferencial que faltava para acelerar sua trajetória

Acompanhe tudo sobre:Branded MarketingCursos Online - Na PráticaNa PráticaNa Prática Inteligência Emocional

Mais de Carreira

Economista está entre as 7% profissões mais bem pagas do Brasil, aponta levantamento

Dois motores, uma cultura: a fórmula do Sem Parar Empresas para crescer 21% em 2025

De Paçoquita a Estúdio Z: o conselho que 35 anos de carreira não ensinaram

O erro de Descartes também virou cultura organizacional