Brasil

Viracopos e Brasília devem puxar aumento de voos, diz Anac

Segundo Marcelo Guaranys, diretor-presidente da agência, a expansão dos aeroportos vai permitir uma maior oferta de voos


	Aeroporto de Brasília: apesar da Copa, passagens aéreas nacionais estão mais baratas
 (Wikimedia Commons)

Aeroporto de Brasília: apesar da Copa, passagens aéreas nacionais estão mais baratas (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de junho de 2014 às 17h19.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê que a demanda por voos aumente até 5% no país este ano.

Segundo Marcelo Guaranys, diretor-presidente da agência, a expansão dos aeroportos vai permitir uma maior oferta de voos.

"No ano passado teve uma estabilidade forte. Variou pouco do ano retrasado para o ano passado", lembrou ele.

"Imagino que possa ter um crescimento um pouquinho maior esse ano, mas não imagino mais que 5%", acrescentou.

A expansão dos aeroportos de Brasília e de Viracopos deve ser responsável por esse aumento na demanda.

"Temos uma infraestrutura nova agora. Brasília aumentou muito a capacidade, você tem a possibilidade de ter mais voos ali, as empresas podem trazer mais aeronaves. Viracopos também vai entregar um terminal com capacidade grande, então isso gera uma melhoria na expectativa", disse ele.

Apesar da Copa, as passagens aéreas nacionais estão mais baratas.

A Anac aponta que os preços giravam em torno de R$ 320,00, em média, no início do mês, contra um valor médio de R$ 360,00 praticado no segundo semestre do ano passado.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSetor de transporteAviaçãoTransportesAeroportostransportes-no-brasilAeroportos do BrasilBrasíliaAviõesAeroporto de BrasíliaViracoposAnac

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro só abrirá sigilos após analisar documentos de Lula, diz campanha

Para onde vão os votos de Cury, Caiado e Renan no 2º turno? Pesquisa Quaest responde

Quaest: Lula tinha 6 pontos de vantagem sobre Bolsonaro em 2022 e está 1 atrás de Flávio em 2026

MP diz ao TSE que Meta não comprovou medidas sobre posts políticos e IA