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China autoriza importação de polpas de frutas do Brasil

O governo brasileiro concluiu negociações para ampliar o acesso de produtos agropecuários ao mercado internacional

Laranja é colhida em Minas Gerais: estado é um dos principais produtores do Brasil, ao lado de São Paulo (Pedro Vilela/Getty Images)

Laranja é colhida em Minas Gerais: estado é um dos principais produtores do Brasil, ao lado de São Paulo (Pedro Vilela/Getty Images)

China2Brazil
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Agência

Publicado em 18 de junho de 2026 às 14h51.

O governo brasileiro concluiu negociações para ampliar o acesso de produtos agropecuários ao mercado internacional. A China autorizou a importação de polpas de frutas e frutas congeladas do Brasil, enquanto o Panamá abriu seu mercado para sementes de coco e de café. Com os novos acordos, o agronegócio brasileiro soma 642 aberturas de mercado desde o início de 2023.

A autorização concedida pelas autoridades sanitárias chinesas permite a exportação de polpas de frutas e frutas congeladas, ampliando as oportunidades para a fruticultura brasileira e agregando valor à produção nacional. Em 2025, as exportações agropecuárias do Brasil para a China ultrapassaram US$55 bilhões, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo soja e produtos florestais.

No Panamá, o governo brasileiro obteve autorização para exportar sementes de coco e de café. Em 2025, o país importou cerca de US$100 milhões em produtos agropecuários brasileiros, principalmente produtos florestais, café, cereais, farinhas e preparações.

Segundo o governo federal, os novos acessos ao mercado são resultado da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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