Tecnologia

Vídeo representou 39% do tráfego em redes celulares no primeiro semestre

A segunda utilização mais comum é a troca de arquivos, que corresponde a 29% do volume, seguida de navegação na Internet

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de julho de 2011 às 22h08.

Serviços de vídeo streaming continuam representando a maior parte do tráfego em redes celulares no mundo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Allot Communications, esse tipo de aplicação respondeu por 39% de todo o tráfego móvel no primeiro semestre do ano. Dentro desse segmento, o YouTube reina soberano, respondendo por 52% dos dados trafegados.

A segunda utilização mais comum é a troca de arquivos, que corresponde a 29% do volume, seguida de navegação na Internet (25%). Aplicações de VoIP e de mensagens instantâneas representaram apenas 4% do total. De acordo com o levantamento, o volume de dados trafegados em redes celulares no primeiro semestre deste ano foi 77% maior que o registrado no segundo semestre de 2010. A Allot colheu informações de operadoras do mundo inteiro que somam 250 milhões de assinantes.

Modelo de cobrança

A pesquisa revela que as operadoras conhecem cada vez melhor os tipos de aplicações utilizadas por seus assinantes em Internet móvel. De um total de 50 teles entrevistadas, 32% disseram já ter algum modelo de cobrança que leva em conta a aplicação acessada via web. O exemplo mais comum é a oferta de acesso gratuito para redes sociais ou uma tarifação especial para parceiros certificados das operadoras. 89% das teles adotam planos com limite de volume de dados. E 51% eliminaram planos ilimitados com tarifa fixa. Da Redação.

Acompanhe tudo sobre:SmartphonesIndústria eletroeletrônica3GVídeosTelefonia

Mais de Tecnologia

Samsung quer reinventar o celular — mas cobra caro por isso

Pesquisadores de Pequim desenvolvem chip de alta precisão para aplicações em IA

Meta fecha uma das maiores aquisições de sua história ao comprar startup chinesa de IA

Brasileiro lança startup que promete pagar usuários por dados usados por IAs