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TIM pede mudanças no edital do leilão de 4G

Principal mudança defendida é a redução do prazo entre o desligamento do sinal da TV analógica e o início da comercialização dos serviços

Pedestres passam em frente a uma loja da TIM em Ipanema, no Rio de Janeiro (Lianne Milton/Bloomberg)
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Da Redação

Publicado em 2 de setembro de 2014 às 17h33.

Brasília - A TIM Participações pediu ao governo mudanças no edital do leilão da frequência de 700 MHz para telefonia móvel de quarta geração (4G), disse nesta terça-feira o presidente da companhia, Rodrigo Abreu.

Segundo o executivo, a principal mudança no edital defendida pela TIM é a redução do prazo, hoje fixado em 12 meses, entre o desligamento do sinal da TV analógica na faixa de 700 MHz e o início da comercialização de serviços de 4G.

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Abreu reafirmou ainda que a TIM não está à venda.

Na semana passada, a Oi informou ter contratado o banco BTG Pactual para atuar como comissário "para, agindo em seu próprio nome e por conta e ordem da Oi, desenvolver alternativas para viabilizar proposta para a aquisição da participação detida indiretamente pela Telecom Italia na TIM Participações".

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