Streaming é cada vez mais popular em residências, diz estudo

83% dos entrevistados, que moram nos Estados Unidos, disseram utilizar esse método de distribuição para consumir conteúdo, em comparação com 74% em 2013

São Paulo - O Crackle, serviço de streaming por assinatura da Sony, em parceria com a empresa de pesquisas Frank N. Magid Associates, publicou a segunda versão do estudo "The New Living Room" nesta quarta, dia 29.

O estudo, que avalia a popularidade do modelo de streaming online em relação a outras opções de consumo de conteúdo, entrevistou 1.200 pessoas com idade entre 18 e 49 anos.

A publicação mostrou um crescimento na popularidade do modelo de streaming dentro das residências nos Estados Unidos, com 83% dos entrevistados dizendo utilizar esse método de distribuição para consumir conteúdo, em comparação com 74% em 2013.

Entre os entrevistados com idade entre 18 e 34 anos, o valor é ainda maior (90%).

Durante o horário nobre, a TV ao vivo continua sendo a opção mais citada pelos entrevistados (67%).

Contudo, o número manteve-se estagnado desde a primeira versão do estudo.

Em segundo lugar aparece o streaming de vídeos (45%), com crescimento de 2% em relação ao resultado de 2013 (43%).

A opção de assistir conteúdo gravado via DVR registrou uma queda de 7%, com apenas 31% dos usuários dizendo utilizá-la.

A televisão conectada é a opção preferida dos entrevistados para assistir séries e vídeos via streaming, com 62% respondendo que utilizam o aparelho.

Em segundo lugar, aparecem os notebooks (48%), seguidos por tablets (28%) e smartphones (23%).

Além de ser cada vez mais popular, o streaming aparece como a opção mais satisfatória de consumo de conteúdo, principalmente entre os mais jovens.

Entre os entrevistados entre 18 e 34 anos que disseram assistir TV acompanhados, 49% disseram estar muito satisfeitos em assistir conteúdo via streaming, em comparação com apenas 33% na TV ao vivo.

Considerando todos os entrevistados, o streaming continua aparecendo na frente, mas com vantagem ligeiramente menor (46% contra 34%).

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