Ciência

Lula gigante é filmada a 900m de profundidade no Pacífico

O mítico animal de cor prateada foi filmado em 10 de julho pela primeira vez


	Imagem da lula gigante de aproximadamente oito metros nas águas do Pacífico: esta é a primeira vez que uma lula desse tamanho foi filmada em seu habitat natural
 (Discovery Channel/Nep/Nhk/AFP)

Imagem da lula gigante de aproximadamente oito metros nas águas do Pacífico: esta é a primeira vez que uma lula desse tamanho foi filmada em seu habitat natural (Discovery Channel/Nep/Nhk/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de janeiro de 2013 às 07h31.

Tóquio - Cientistas e canais de televisão do Japão e dos Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira ter filmado pela primeira vez uma lula gigante a 900 metros de profundidade no Oceano Pacífico.

O mítico animal de cor prateada foi filmado em 10 de julho passado por uma equipe do Museu Científico Nacional japonês em colaboração com o canal de televisão estatal japonês NHK e o americano Discovery Channel.

A lula gigante, cujo nome científico é architeuthis, foi localizada a 630 metros de profundidade por uma equipe submariana 15 km a leste da ilha de Chichi, no Pacífico norte.

O submarino com três pessoas a bordo, incluindo Tsunemi Kubodera, do museu científico, seguiu o animal a até 900 metros de profundidade, antes de vê-lo desaparecer nas profundezas abismais.

A NHK difundiu as imagens da lula de comprimento total calculado em 8 metros. Segundo Kubodera, os dois tentáculos do molusco estavam seccionados.

O cientista não foi capaz de explicar a razão desta mutilação. Indicou que esta é a primeira vez que uma lula desse tamanho foi filmada em seu habitat natural.

Kubodera já havia filmado uma luta gigante em 2006, mas em um barco na superfície.

Acompanhe tudo sobre:Animais

Mais de Ciência

Jardineiro interestelar? Cometa 3I/ATLAS pode ter 'espalhado' vida pelo Sistema Solar

Conecta GOV.BR reduziu R$ 15 bilhões em gasto público e de cidadãos desde 2020

Google abrirá primeira loja física fora dos EUA em Tóquio

Como os pombos encontram o caminho? Ciência aponta papel do fígado