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LinkedIn demite 668 pessoas em segundo corte do ano, elevando o total para quase 1.400

Rede social corporativa, pertencente à Microsoft, enfrenta desafios em meio à queda na procura de seus serviços de recrutamento

 (Photo by Justin Sullivan/Getty Images)

(Photo by Justin Sullivan/Getty Images)

André Lopes
André Lopes

Repórter

Publicado em 16 de outubro de 2023 às 14h03.

Última atualização em 16 de outubro de 2023 às 14h20.

Nesta segunda-feira, 16, o LinkedIn anunciou o corte de aproximadamente 668 posições distribuídas entre os setores de engenharia, produtos, talentos e finanças na operação global da empresa.

Esta decisão marca o segundo ajuste de pessoal da rede em 2023, reflexo da diminuição do interesse de empresas em utilizar a plataforma como ferramenta de contratação. Segundo apurou a EXAME, o layoff também afetou o escritório brasileiro da empresa.

A companhia, por meio de um comunicado em seu blog esclareceu sua postura ao reiterar o compromisso de "investir em prioridades estratégicas para o nosso futuro", com o objetivo de proporcionar valor contínuo aos seus membros.

A demanda em queda pelos serviços do LinkedIn está atrelada à redução na busca de indivíduos por novas oportunidades de trabalho, assim como à queda na atividade de contratação por parte das empresas.

Vale ressaltar que, em maio deste ano, o LinkedIn já havia tomado medidas semelhantes ao encerrar seu aplicativo de empregos na China, culminando na demissão de 716 colaboradores.

Em 2016, a gigante da tecnologia Microsoft realizou a aquisição do LinkedIn, desembolsando US$ 26,2 bilhões. De acordo com dados recentes divulgados, a receita do LinkedIn apresentou um crescimento de 5% no segundo trimestre. Detalhes adicionais sobre o desempenho financeiro serão revelados no balanço que a Microsoft tem programado para publicar na próxima semana.

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