Tecnologia

Frequentadores de igrejas pirateiam menos, aponta estudo

Pesquisa envolveu 1.124 pessoas entre 18 e 34 anos, mas apenas na Inglaterra

pirata (Morguefile.com)

pirata (Morguefile.com)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de janeiro de 2014 às 16h03.

Ser um religioso praticante, que vai à igreja regularmente, torna as pessoas – ao menos as inglesas – menos dispostas a piratear. Foi essa a conclusão de um estudo feito por pesquisadores na Universidade de Manchester, na Inglaterra, que analisou o comportamento de 1.124 indivíduos na faixa de 18 a 34 anos.

As informações são do site TorrentFreak, que diz que a ideia dos pesquisadores era relacionar as visitas a templos e igrejas à prática de pequenos crimes. Na lista, estava não só o download ilegal de músicas, como também o uso de drogas e até furtos em lojas.

Especificamente no caso da pirataria, a todos os entrevistados foram feitas perguntas pra descobrir se eles já haviam baixado arquivos de áudio de graça previamente. Promoções e presentes foram obviamente desconsiderados, e os dados foram comparados com a frequência de visitação a “estabelecimentos religiosos”.

O resultado mostrou que, quanto mais as pessoas iam a esses lugares, menor era a tendência a cometer os tais “pequenos crimes”, incluindo o de piratear músicas. Segundo o estudante de PhD e coordenador da pesquisa Mark Litter, a justificativa estaria no fato de a prática religiosa expor as pessoas a normas para um comportamento mais correto.

No entanto, na entrevista ao TorrentFreak, ele ressalta que isso não é exclusividade das igrejas e templos, e outras atividades e ações também podem “exercer um papel similar”. O estudo completo e seus resultados, segundo o site, serão liberados ainda em 2014.

Acompanhe tudo sobre:InternetPaíses ricosInglaterraINFO

Mais de Tecnologia

Temendo rivais que operam robotáxis, Uber pede lei em defesa dos motoristas humanos

Apple pode paralisar projeto mais ambicioso da OpenAI, dizem analistas

Da 'guerra termonuclear' de Jobs à OpenAI: o novo capítulo da guerra da Apple por seus segredos

Sete funções de IA no celular para facilitar a rotina