EUA, UE e Reino Unido acusam China de hackear e-mails

A UE afirmou que as atividades cibernéticas "maliciosas" realizadas em território chinês afetam "significativamente" a economia, segurança, democracia e a sociedade em geral
O Reino Unido disse que a China pode ser responsabilizada se não parar com a "sabotagem sistemática" (VCG/Getty Images)
O Reino Unido disse que a China pode ser responsabilizada se não parar com a "sabotagem sistemática" (VCG/Getty Images)
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Estadão Conteúdo

Publicado em 19/07/2021 às 12:03.

Última atualização em 19/07/2021 às 12:04.

Os Estados Unidos, a União Europeia (UE) e o Reino Unido acusaram a China nesta segunda-feira (19) de hackear e-mails no sistema Microsoft Exchange. Bruxelas e Londres criticaram Pequim por meio de comunicados e, segundo a imprensa americana, Washington fará o mesmo.

"O ataque cibernético ao Microsoft Exchange Server por grupos chineses apoiados pelo Estado foi um padrão de comportamento temerário, mas familiar", afirmou o ministro de Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, em nota.

O Reino Unido disse que a China pode ser responsabilizada se não parar com a "sabotagem sistemática". Segundo o governo britânico os ataques ocorreram no início de 2021 e afetaram milhares de servidores em todo o mundo. "O ataque provavelmente permitiria a espionagem em grande escala, incluindo a aquisição de informações de identificação pessoal e propriedade intelectual", diz o comunicado de Londres.

A UE afirmou que as atividades cibernéticas "maliciosas" realizadas em território chinês afetam "significativamente" a economia, segurança, democracia e a sociedade em geral.

Segundo a imprensa dos EUA, o governo Biden disse que o Ministério da Segurança do Estado da China tem usado hackers que se envolveram em esquemas de extorsão cibernética.

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