Estamos investindo pesado em vídeos e mobile, diz Facebook

Há algumas semanas, os vídeos passaram a tomar um espaço cada vez maior das timelines

São Paulo - Quem costuma acessar o Facebook já percebeu: há algumas semanas, os vídeos passaram a tomar um espaço cada vez maior das timelines. “Os vídeos são a grande tendência do Facebook. Primeiro, foram as mensagens escritas. Depois, as fotos. Agora, é a vez dos vídeos – e nós estamos investindo neles”, disse o americano Dan Levy, Vice-Presidente Global de Pequenos Negócios para o Facebook.

No Brasil para o lançamento do programa Facebook para Empreendedores, Levy falou também sobre o crescimento no consumo de vídeos na rede social. “Hoje, 8 em cada 10 vídeos online são descobertos no Facebook. Temos mais de 1 bilhão de views por dia. Tivemos um aumento de 50% de visualizações de maio a julho deste ano”. Isso não é por acaso.

De um lado, mudanças recentes na ferramenta de vídeos, como a contagem de visualizações e o autoplay, incentivaram mais pessoas e páginas a postarem e consumirem conteúdo em vídeo.

De outro, o próprio Facebook passou a recomendar mais esse tipo de conteúdo. “Mas é importante dizer que, para as páginas, os vídeos não levam necessariamente a um aumento da audiência imediata. Eles ajudam a aumentar a exposição da marca”, diz Levy.

Outra área de interesse do Facebook, segundo o executivo, é a mobilidade. Números apresentados no evento desta quarta-feira mostram que, dos 1,3 bilhões de usuários ativos da rede social, 1,12 são ativos em seus aparelhos mobile. O consumo de vídeos nesses aparelhos, portanto, é uma das preocupações da rede social. No Brasil, por exemplo, o recurso de autoplay (que automaticamente inicia o vídeo na página) só é ativado se o usuário está conectado a uma rede wi-fi, para evitar o consumo dos planos de dados.

“Por dia, das mais de 864 milhões de pessoas que acessam o Facebook, 703 milhões o fazem de seus dispositivos móveis”, diz Levy. Quando perguntando se os planos do Facebook são os de competir com o YouTube, a plataforma de vídeos do Google, o executivo evitou respostas numéricas. “Muitos serviços de vídeo continuarão existindo. No final, os usuários é que escolhem o que querem usar”.

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