Ciência

Digite "I'm feeling curious" no Google e divirta-se

Após lançar seu novo logotipo, o Google decidiu se apresentar para seus novos usuários com um recurso que entrega informações sobre assuntos aleatórios

Google: a empresa divulgou que o site de buscas tem novas funções (Reprodução/Google)

Google: a empresa divulgou que o site de buscas tem novas funções (Reprodução/Google)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2015 às 16h20.

São Paulo – Está sem nada para fazer? Digite a frase “I’m feeling curious” no Google e descubra coisas que talvez você nunca soubesse. Desde que apresentou seu novo logo, a empresa está distribuindo fatos sobre diversos assuntos para os usuários que ainda não acreditam que tudo pode ser encontrado no Google.

Para usar o recurso, basta você acessar o site na versão internacional e mudar a linguagem para o inglês. Depois disso, você deve digitar a frase “I’m feeling curious” (Eu estou curioso) e esperar o resultado da busca.

Exemplos produzidos durante o nosso teste incluíram as explicações das seguintes perguntas aleatórias: “Qual é a maior ilha do Mar Mediterrâneo?”, “A banana é uma fruta?” e “Os salmões morrem depois que desovam?”.

Além desta nova função, o Google atualizou um recurso que dá informações sobre diversos tipos de doenças. Apresentada em fevereiro deste ano, a ferramenta ajudava o usuário a descobrir mais detalhes sobre 400 doenças diferentes.

Agora, o Google mais do que dobrou este número para 900 tipos distintos de casos clínicos e colocou uma opção para imprimir um PDF com estes dados. Porém, como na ferramenta “I’m feeling curious”, o usuário precisa entrar na versão americana e escrever o nome da doença em inglês.

Por exemplo, se você quiser saber mais informações sobre a conjuntivite, você precisa digitar “pink eye” (denominação da doença em inglês). Em seguida, uma caixa separada irá aparecer no lado direito dos resultados de pesquisa com detalhes sobre os sintomas e tratamentos.

Para que o recurso seja confiável, a empresa trabalhou com a Clínica Mayo, dos EUA, e uma equipe de médicos para garantir que apenas as informações mais relevantes apareçam nas pesquisas.

O Google advertiu em seu blog oficial que os resultados da pesquisa não podem ser comparados aos conselhos de um médico. "Mas esperamos que isso possa ajudar você a aprender mais sobre as condições comuns”.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGoogleSaúdeTecnologia da informaçãoDoençasInovaçãoMedicinaMédicos

Mais de Ciência

Árvores do Japão revelam tempestade solar de 'céu vermelho' de 800 anos

Cientistas encontram 'cinzas' de explosão estelar antiga perto da Terra

Como criar vídeos com IA: as melhores ferramentas gratuitas em 2026

Melhor câmera de segurança Wi-Fi para apartamento: veja modelos e passo a passo para instalação