Tecnologia

Comércio eletrônico deve crescer 60% na Black Friday

Segundo a E-bit, empresa especializada em informações do setor, a Black Friday deve movimentar R$ 390 milhões para o varejo digital este ano


	Black Friday: previsão é de que um milhão de pedidos sejam feitos via internet e o tíquete médio das compras fique em R$ 390
 (Jonathan Alcorn/Reuters)

Black Friday: previsão é de que um milhão de pedidos sejam feitos via internet e o tíquete médio das compras fique em R$ 390 (Jonathan Alcorn/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de novembro de 2013 às 14h38.

São Paulo - As vendas do comércio eletrônico devem crescer 60% durante a Black Friday, evento que ocorre em 29 de novembro e concentra promoções e descontos aos moldes do comércio norte-americano.

Segundo a E-bit, empresa especializada em informações do setor, a Black Friday deve movimentar R$ 390 milhões para o varejo digital este ano ante um faturamento de R$ 243,8 milhões no mesmo período do ano passado.

A previsão é de que um milhão de pedidos sejam feitos via internet e o tíquete médio das compras fique em R$ 390. As categorias de maior valor agregado, como "Informática", "Eletrônicos" e "Eletrodomésticos", devem ser as mais vendidas.

Segundo a E-bit, os descontos nestes produtos podem chegar a até 70%. "Moda e Acessórios" e "Telefonia/Celulares" completam a lista das cinco categorias mais procuradas na data.

A E-bit afirma que o setor vem se preparando para a data, reforçando suas operações e negociando boas condições com os fabricantes.

Apesar disso pede para os consumidores terem cautela, verificarem se a loja é idônea e checarem as condições de compra e entrega.

Acompanhe tudo sobre:e-commerceVendasBlack FridayLiquidações

Mais de Tecnologia

Agentes de compra com IA: o que são e como funcionam os assistentes que compram por você

Microsoft anuncia aumento de preços de consoles Xbox pela 3ª vez em 13 meses

BDX anuncia primeira bolsa de dados do Brasil para empresas negociarem informações como ativo

Apple aumenta preços de Mac, iPad e Vision Pro — e culpa a corrida da IA