Peça de silício pode ser conectada a células nervosas
Da Redação
Publicado em 1 de novembro de 2010 às 12h15.
São Paulo - Os mesmos pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, que provaram ser possível conectar neurônios a um chip de silício, agora mostram que a tecnologia permite o monitoramento da atividade cerebral com uma resolução nunca antes alcançada. O "neurochip" pode levar à descoberta de novos medicamentos para diversas doenças degenerativas, como o Mal de Alzheimer e o Mal de Parkinson.
"Essa descoberta significa que podemos acompanhar mudanças sutis na atividade cerebral ao nível de canais de íon e sinapses, que são também o destino mais adequado para o desenvolvimento de drogas contra doenças degenerativas e desordens neuropsicológicas", diz Naweed Syed, chefe do Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Faculdade de Medicina da universidade.
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