São Paulo — Mark Zuckerberg e sua equipe apresentaram, nesta tarde, o Facebook Home, interface gráfica alternativa para smartphones com Android. O software do Facebook ocupa a página inicial do sistema e pode ser usado para ativar outros apps do Android. Vai estar disponível no dia 12, mas apenas para alguns modelos de smartphone (HTC One, HTC One X, Samsung Galaxy S III, Galaxy S4 e Galaxy Note II). Confira as novidades.
O Facebook Home substitui a tela inicial regular do Android. Nela, ele apresenta as atualizações que o usuário veria em sua página no Facebook, no formato que a empresa chama de Cover Feed. Basta deslizar os dedos para ver outros itens, mais ou menos como no Flipboard.
O recurso de mensagens do Facebook ganhou novo formato no Home. Quando uma conversa está em andamento, uma foto do interlocutor aparece numa janelinha redonda. É o que o Facebook chama de chat head.
As chat heads se sobrepõem a outros aplicativos, permitindo trocar mensagens enquanto estão abertos na tela. Múltiplas conversas podem estar em curso simultaneamente, via SMS ou Facebook Messenger. Nesse caso, várias fotos de interlocutores ficam visíveis na tela.
Em certas situações, surgem notificações na tela inicial. Isso acontece, por exemplo, quando alguém posta na Timeline do usuário. Nesse caso, a notificação traz a foto da pessoa que postou. Pode-se mover a notificação para o lado para ocultá-la ou dar um toque nela para abri-la. O Facebook também deverá exibir anúncios na tela inicial.
O Facebook Home mostra todos os apps instalados no Android. Basta tocar num dos ícones para acionar o aplicativo correspondente. O usuário também pode montar uma página de apps favoritos para acesso rápido.
7. Agora veja 6 apps da semana para smartphones e tablets:zoom_out_map
Durante o SAP Connect, em Las Vegas, Christian Klein reforçou a necessidade de integração em meio à alta demanda por serviços de inteligência artificial
Pedido de exclusão deixa o perfil desativado por 30 dias antes de apagar vídeos e seguidores em definitivo; veja o passo a passo e como salvar os dados antes
Detectores de IA não comprovam se um trabalho escolar ou currículo foi gerado por ChatGPT; histórico de versões, checagem de fontes, entrevista e teste prático oferecem evidências mais seguras