São Paulo – A ciência está sempre a serviço da humanidade, seja procurando a cura para doenças ou desenvolvendo novas formas de contribuir para uma melhor compreensão do mundo. Contudo, assim como existem pesquisas científicas com propostas bem delineadas, outros parecem se dedicar a responder curiosidades frívolas. Confira nesta galeria de imagens, cinco exemplos de estudos científicos insólitos e, no mínimo, curiosos.
2. A velocidade ultrassônica no Cheddarzoom_out_map
2/7(Justin Sullivan/ Getty Images)
Cientistas descobriram que a velocidade ultrassônica com a qual o som se propaga quando alguém corta um pedaço do cheddar muda de acordo com a temperatura do queijo. E, de acordo com os pesquisadores, o melhor intervalo de temperatura para se medir a velocidade ultrassônica é entre 0 e 17 graus. Segundo o estudo, quando o cheddar está a uma temperatura de 0 grau, a velocidade ultrassônica é de 1.590 m/s. Já a 35 graus, a velocidade vai para 1.696 m/s. O estudo ainda determinou que a causa de tal variação pode ser o derretimento da gordura do cheddar.
3. Peixes se comunicam via flatulênciazoom_out_map
3/7(Wikipedia)
De acordo com cientistas canadenses, há uma espécie de peixe que se comunica entre si através da emissão de “gases”. Segundo um dos pesquisadores, os arenques soltam gases via o canal do ânus, especialmente durante a noite e quando há muitos peixes por perto. Por conta do som das bolhas expedidas, os arenques conseguem detectar onde estão os membros do cardume. O som emitido pelo “pum” contribui para que se mantenham sempre juntos e é visto como indicativo de que eles usam o “método” para se comunicar.
O matemático Rouslan Krechetnikov descobriu que o balanço do café produz uma frequência padrão e que a sua permanência em um recipiente depende do tamanho da xícara, por exemplo, na qual ele está. E é por isso que às vezes derrubamos o líquido: o tamanho mais comum das canecas produz uma frequência que, muitas vezes, coincide com a velocidade dos passos da pessoa, fazendo com que o líquido oscile demais dentro do recipiente. De acordo com o matemático e sua equipe, a melhor forma de evitar derramar o líquido é andar mais devagar e deixar ao menos um oitavo da xícara livre de café, cerca de um centímetro da borda do recipiente.
5. A fórmula uma árvore de Natal perfeitazoom_out_map
5/7(Getty Images/Getty Images)
Matemáticos britânicos desenvolveram uma fórmula para deixar a decoração da árvore de Natal mais harmoniosa. Segundo eles, para encontrar o número ideal de bolas, a pessoa deve extrair a raiz quadrada de 17, dividir o resultado por vinte e multiplicar pela altura da árvore. O cálculo que irá determinar a proporção perfeita entre a quantidade de bolas, tamanho das fitas e folhas da árvore, não precisa ser feito à mão. No site da Universidade de Sheffield, os pesquisadores disponibilizaram a fórmula em uma calculadora que poderá ajudá-lo a se preparar para o próximo Natal.
Quando se está prestes a enfrentar um problema matemático complexo, o grau de ansiedade de uma pessoa pode desencadear atividades cerebrais parecidas com as registradas quando há algum perigo físico. Em algumas hipóteses, tais atividades podem ainda causar dor. "A sensação pode ser similar a queimar a mão em um forno quente”, explicou a Sian Bellock, pesquisadora da Universidade de Chicago e líder do estudo. Surpreendentemente, constatou a equipe, é o momento pré-cálculo que leva os ansiosos a desencadearem tais reações. “Não é a matemática em si que dói, mas a antecipação de que será necessário resolver um problema”, explicou Sian.
7. Agora veja os principais momentos da ciência em 2012zoom_out_map
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