(Catarina Bessel/Divulgação)
Da Redação
Publicado em 24 de fevereiro de 2022 às 05h49.
O que vou dizer agora pode ser polêmico: o valor do vinho não está na adega, mas na taça. É comum que muitos apreciadores guardem seus vinhos, os deixem envelhecer, mas o mercado brasileiro chegou a um ponto de amadurecimento que pede mais abertura para o novo, para o menos tradicional. Podemos nos despir um pouco das certezas e conhecer o diferente. Bom exemplo é o que aconteceu com o vinho rosé nos últimos anos. Brasileiros sempre preferiram os tintos, tinham preconceito contra os brancos e rosés. Hoje, registramos um crescimento de consumo absurdo nessa categoria, maior do que em boa parte do mundo. Quem provou gostou. Por que, então, não experimentar e gostar de outras coisas?