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Superação olímpica: Ela venceu a depressão e o medo de tubarão e hoje fatura milhões com maratonas

Poliana Okimoto foi a primeira mulher a trazer para o Brasil a medalha olímpica na maratona aquática em 2016; saiba mais sobre sua história de superação

Poliana Okimoto, nadadora e ex-atleta olímpica: “Acho que eu estava com tanto medo de ser atacada por um tubarão que acabei ganhando a prova” (Arquivo Pessoal/Divulgação)

Poliana Okimoto, nadadora e ex-atleta olímpica: “Acho que eu estava com tanto medo de ser atacada por um tubarão que acabei ganhando a prova” (Arquivo Pessoal/Divulgação)

Publicado em 25 de julho de 2024 às 06h00.

Última atualização em 27 de julho de 2024 às 17h56.

Nem sempre a melhor forma produz os melhores resultados, e a medalhista olímpica Poliana Okimoto sabe disso melhor do que ninguém. Na Olímpiada de Londres, em 2012, as expectativas de uma medalha dourada para o Brasil na maratona aquática, uma prova de 10 quilômetros, estavam nas alturas. Cotada como uma das favoritas, Okimoto abandonou a competição no Lago Serpentine, no Hyde Park, com um quadro de hipotermia. Deixou Londres sem medalha e com um diagnóstico de depressão. “Fiquei meses sem entrar em uma piscina, mas essa Olimpíada trouxe uma grande lição: a necessidade de cuidados com a saúde mental”, afirma. Quatro anos depois, no Rio de Janeiro, conquistou a tão esperada medalha, um bronze em águas brasileiras.

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