Revista Exame

Será 2024 o ano da IA responsável?

Devemos aproveitar a IA para criar um futuro justo e centrado no ser humano

AI Safety Summit 2023, realizado em novembro do ano passado em Bletchley Park, na Inglaterra, reuniu chefes de governos e empresas de tecnologia para falar sobre o desenvolvimento seguro e responsável da IA (Leon Neal/Getty Images)

AI Safety Summit 2023, realizado em novembro do ano passado em Bletchley Park, na Inglaterra, reuniu chefes de governos e empresas de tecnologia para falar sobre o desenvolvimento seguro e responsável da IA (Leon Neal/Getty Images)

Vilas Dhar
Vilas Dhar

Colunista

Publicado em 29 de abril de 2024 às 06h00.

O início de 2024 foi marcado por uma onda de previsões sobre a trajetória da inteligência artificial (IA), que vão do otimismo à cautela. No entanto, um consenso claro apareceu: a IA já está remodelando a experiência humana. Para quem viveu a ascensão da internet e das mídias sociais, a revolução da IA pode evocar uma sensação de déjà vu — além de duas questões fundamentais: é possível manter o ritmo atual sem repetir os erros do passado? E será que podemos criar um mundo em que todos, incluindo os 2,6 bilhões de pessoas que permanecem offline, consigam prosperar? Aproveitar a IA para criar um futuro justo e centrado no ser humano requer formas inclusivas de inovação. Tendências promissoras trazem esperança para o ano que vem pela frente.

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