Revista Exame

Plaenge cresce 589% sem pensar em bolsa

A construtora paranaense Plaenge se recusou a aderir às últimas modas do setor — como abrir o capital e vender para a baixa renda. Virou uma das maiores do país

Fernando e Alexandre Fabian, donos da Plaenge: os herdeiros são conservadores nos custos e na estratégia de venda (Kiko Ferrite/Site Exame)

Fernando e Alexandre Fabian, donos da Plaenge: os herdeiros são conservadores nos custos e na estratégia de venda (Kiko Ferrite/Site Exame)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de agosto de 2012 às 09h56.

São Paulo - Há coisa de seis anos, ficou estabelecido que a vida das construtoras brasileiras havia mudado. Era hora de pensar grande. O modelo de negócios que reinava até então estava com os dias contados. Eram tempos em que cada um se concentrava em fazer aquilo que sabia, em crescer com os próprios recursos e aos poucos.

Acesse o melhor conteúdo do seu dia, o único que você precisa.

  • Acesso ilimitado ao conteúdo exame.com
  • Acesso à revista EXAME no formato digital
  • Revista Impressa
  • Reportagens Especiais
Acompanhe tudo sobre:Açõesbolsas-de-valoresConstrução civilCrescimento econômicoDesenvolvimento econômicoEdição 1021Indústria

Mais de Revista Exame

Com o consumo de vinho em queda no mundo, Brasil se torna porto seguro para vinícolas

Ela saiu do vermelho com essas duas estratégias e hoje mira faturamento de R$ 150 milhões

Conheça duas leituras essenciais para evitar a crise dentro da sua empresa

Como gerir melhor o caixa? Veja startups que podem ajudar sua empresa