Diana Nino, HR Manager da H&M Brasil: “Nosso objetivo é promover uma cultura em que cada pessoa se sinta cuidada, respeitada e com condições reais de prosperar” (H&M/Divulgação)
Repórter
Publicado em 27 de fevereiro de 2026 às 06h00.
Última atualização em 27 de fevereiro de 2026 às 07h24.
A busca por equilíbrio pessoal e profissional deixou de ser discurso e virou estratégia para atração e retenção de talentos. A marca de roupa sueca H&M, por exemplo, já chegou ao Brasil no último ano com a escala 5x2, algo que não costuma ser comum no varejo, setor tradicionalmente marcado por jornadas intensas e escalas desafiadoras, principalmente aos fins de semana. “A escala 5x2 faz parte de uma diretriz global, porque está presente na maior parte dos mercados onde atuamos. No Brasil, ele foi implementado desde o primeiro dia de operação, reforçando nosso compromisso em sermos um empregador responsável”, afirma Diana Nino, HR Manager da H&M Brasil. A escala da H&M é rotativa, o que permite que todos os funcionários de loja vivenciem diferentes funções e ampliem suas habilidades. A operação brasileira da varejista ainda é recente, mas já apresenta expansão acelerada. Até o fim de 2025, foram criados cerca de 450 empregos diretos, todos dentro do modelo 5x2, distribuídos entre lojas físicas, escritório corporativo e centro de distribuição. Atualmente, a marca conta com quatro lojas em São Paulo, além de e-commerce e aplicativo com entrega nacional. O plano para 2026 prevê a abertura de mais sete unidades, sendo cinco já anunciadas: duas no Rio de Janeiro, duas no Rio Grande do Sul e uma em Sorocaba (SP). Apenas essas inaugurações devem gerar aproximadamente 250 novos postos de trabalho. Com isso, a empresa deve ultrapassar 700 funcionários no país, diz Nino. “Nosso objetivo é promover uma cultura em que cada pessoa se sinta cuidada, respeitada e com condições reais de prosperar.”