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Quais são as cinco cidades mais inteligentes do mundo?

Veja os segredos desses locais -- e como a tecnologia foi usada em cada um deles

A ideia de “cidades inteligentes" ganhou força com o advento da internet das coisas. Embora não haja uma definição consensual do termo, há uma convergência para a noção de que cidade inteligente é aquela que sabe usar a tecnologia para servir a seus moradores.

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Em tempos de pandemia, a tecnologia se torna crucial também para proteger a saúde e o bem-estar de sua população. Não por acaso, algumas das cidades mais bem classificadas no mais recente ranking sobre o tema, elaborado pela escola de negócios suíça IMD em parceria com a Universidade de Tecnologia e Design de Singapura, também estão entre as que mostraram maior capacidade de enfrentar a crise sanitária. 

O Índice de Cidades Inteligentes do IMD é o único do gênero com abrangência global. Entre as 109 cidades avaliadas, São Paulo ficou em 100o lugar e o Rio de Janeiro em 102o. O estudo define cidade inteligente como “um ambiente urbano que aplica tecnologia para aumentar os benefícios e diminuir as deficiências de urbanização para seus cidadãos”. Examina dados em cinco áreas: saúde e segurança, mobilidade, atividades (lazer, compras etc.), oportunidades (trabalho e escola) e governança.

O estudo leva em conta as percepções dos moradores sobre quão inteligentes são as cidades em que vivem. O ranking de 2020 foi resultado de entrevistas feitas entre abril e maio do ano passado — portanto, já capturou o sentimento de moradores impactados pela pandemia de covid-19. Nas páginas a seguir, conheça algumas das cidades mais bem avaliadas no estudo.

 


 

 (Fiona Goodall/Reuters)

AUCKLAND

Em quarto lugar no ranking do IMD, Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, despontou só recentemente no ranking das mais inteligentes do mundo. Para aliviar o congestionamento, um dos principais problemas da cidade de 1,4 milhão de habitantes, foram instalados semáforos inteligentes que se ajustam automaticamente ao tráfego e sensores que indicam vagas de estacionamento nas proximidades (na foto, uma avenida movimentada).

Os bancos em lugares públicos possuem pontos de recarga de bicicletas elétricas e celulares, e até mesmo as latas de lixo contam com sensores, avisando ao serviço de limpeza quando ficam cheias.


 

 (Newscom/Fotoarena)

SEUL

Seul (47o no ranking) foi uma das primeiras cidades do mundo a usar aplicativos para rastrear e conter o coronavírus (na foto, um profissional de saúde em uma clínica). A capital da Coreia do Sul quer se transformar na capital do big data. Até 2022, 50.000 sensores digitais serão instalados em toda a cidade para coletar dados sobre ruído, vento, população, tráfego e outras informações úteis para elaborar políticas de melhoria da qualidade de vida.


 

 (Emmi Korhonen / Lehtikuva/AFP)

HELSINQUE

Até 2025, Helsinque (segundo lugar no ranking), capital da Finlândia, tem uma meta ambiciosa: eliminar a necessidade de possuir um carro particular. Com um celular, qualquer pessoa poderá providenciar um transporte compartilhado, um ônibus (com rotas dinâmicas, que mudam conforme a demanda), um carro autônomo, um transporte especial para crianças ou um transporte público tradicional (na foto, o micro-ônibus Robotbus, que roda sem motorista e enfrenta qualquer condição de tempo). 


 

 (Massimo Borchi/Getty Images)

NEWCASTLE

Localizada no nordeste da Inglaterra, Newcastle (23o lugar no ranking) é um exemplo de que tecnologias inteligentes não são exclusividade de grandes cidades. Com 300.000 habitantes, a cidade (na foto, ponte sobre o Rio Tyne, um de seus cartões-postais) figurou no estudo do IMD à frente de metrópoles como Paris (61o lugar) e Tóquio (79o lugar). Destaque para Mosley Street, no centro, considerada a rua mais inteligente do Reino Unido.

A área conta com mais de 3.500 sensores digitais instalados para monitorar a qualidade do ar, a iluminação pública, a condição das calçadas e o fluxo de carros e pedestres.

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