Laércio Cosentino, da Totvs, e Roberto Civita: a empresa enriqueceu antes de envelhecer. O Brasil precisa fazer o mesmo (Antônio Milena/EXAME.com)
Da Redação
Publicado em 17 de agosto de 2012 às 17h42.
São Paulo - Passada a euforia de 2010, quando o produto interno bruto brasileiro cresceu estupendos 7,5%, um certo ar de ressaca tomou os humores da economia brasileira no ano passado. Para o Brasil, 2011 foi um misto de alívio — afinal, em um mundo em crise, conseguimos crescer 2,7% — com desconfiança do cenário que se desenha no horizonte.