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Na Fibria, a meta é gerar – e compartilhar – riqueza

Prestes a unir-se com a Suzano, a Fibria reforça a importância das relações com as comunidades para a perenidade de seu negócio

Marcelo Castelli, presidente da Fibria: a empresa aumentou em 28% os investimentos em projetos sociais no ano passado (Leandro Fonseca/Exame)

Marcelo Castelli, presidente da Fibria: a empresa aumentou em 28% os investimentos em projetos sociais no ano passado (Leandro Fonseca/Exame)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de novembro de 2018 às 05h08.

Última atualização em 23 de novembro de 2018 às 13h31.

Em 2009, quando a Fibria surgiu da fusão da Aracruz com a Votorantim Celulose e Papel, a empresa passou por mudanças para se tornar mais sustentável. Uma delas foi trabalhar para trazer as relações humanas ao centro das decisões. Isso significou olhar não só para dentro da organização mas também para as comunidades do entorno. “Adotamos como eixo estratégico a missão de gerar e compartilhar riqueza”, afirma Marcelo Castelli, presidente da Fibria.

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