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A IA chega à vida real: Como a Renner e outras gigantes se transformaram com inteligência artificial

A inteligência artificial vai adicionar 15,7 trilhões de dólares no mundo até 2030. Passada a euforia inicial, mostramos empresas com resultados concretos — muitas vezes, longe dos holofotes

Fabio Faccio, CEO da Renner: a mentalidade sempre foi ter uma estratégia de negócios voltada para os dados (Leandro Fonseca/Exame)

Fabio Faccio, CEO da Renner: a mentalidade sempre foi ter uma estratégia de negócios voltada para os dados (Leandro Fonseca/Exame)

Publicado em 24 de agosto de 2023 às 06h00.

Última atualização em 25 de agosto de 2023 às 11h43.

"A inteligência humana pode ser tão precisamente descrita que é possível construir uma máquina que a simule”, acreditava o cientista americano John McCarthy (1927-2011), que em 1955 cunhou o termo que se tornou a panaceia desta década: “inteligência artificial” (IA). Naquela época, os computadores ocupavam salas inteiras, e mesmo assim esperava-se que em poucos anos eles chegassem a pensar exatamente como os humanos.

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