Revista Exame

A ambição global da Natura

A empresa brasileira que nasceu há meio século como um pequeno laboratório de manipulação está se tornando um gigante dos cosméticos no mundo

Sede da Natura, em São Paulo: parte de um grupo presente em 100 países (Germano Lüders/Exame)

Sede da Natura, em São Paulo: parte de um grupo presente em 100 países (Germano Lüders/Exame)

CM

Cristiane Mano

Publicado em 6 de junho de 2019 às 05h50.

Última atualização em 18 de junho de 2019 às 17h05.

Sob o codinome Apple, um projeto sigiloso mobilizou os principais executivos da fabricante de cosméticos Natura do final de 2017 para cá. Desde então, eles produziram e encomendaram milhares de páginas de estudos confidenciais sobre as vantagens e os percalços decorrentes de uma possível união de três empresas — Nectarine, Blueberry e Apricot — com uma quarta, maior que todas as demais juntas, identificada apenas como Apple. O efeito imediato da inclusão da maçã nessa salada de frutas seria a criação de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo. A linguagem cifrada faz parte do ritual de toda grande transação de fusão e aquisição na tentativa de manter a informação restrita às partes envolvidas.

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