Frio vai continuar no final de semana? Veja previsão do tempo

Chuva e clima de frio devem permanecer até sexta-feira, 12; veja a previsão para os dias 11 a 14 de agosto
São Paulo: frio pode melhorar no final de semana (Jonne Roriz/Getty Images)
São Paulo: frio pode melhorar no final de semana (Jonne Roriz/Getty Images)
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Da redação, com agências

Publicado em 11/08/2022 às 12:01.

Última atualização em 11/08/2022 às 13:13.

Após os ventos fortes em São Paulo, a tendência para os próximos dias é de que a intensidade da ventania diminua. Nesta quinta-feira, 11, a previsão do centro para São Paulo é de chuvisco, nuvens carregadas, e com temperatura mínima de 11ºC para a capital paulista, de acordo com o CGE.

"Na quinta-feira, 11, muitas nuvens e chuviscos ocasionais. Os ventos ainda terão moderada intensidade, mas com tendência a diminuição. O dia será marcado por baixa amplitude térmica com valores de temperatura entre mínima de 11°C e máxima de apenas 15°C. A umidade do ar segue elevada com percentuais entre 65% e 95%", informa o CGE.

Para sexta-feira, 12, a previsão é de tempo mais estável e predominância de ar seco e do frio. Os termômetros vão oscilar entre a mínima de 10°C e a máxima de 18°C.

Temperatura no fim de semana em São Paulo

No sábado, 13, a temperatura continua subindo e oscila entre mínima de 9° e máxima de 23°C. De acordo com o Climatempo, a expectativa é que não tenha nenhuma chuva.

Já no domingo, 14, o Dia dos Pais será semelhante ao dia anterior. A expectativa é de mínima de 12°C e máxima de 25°C, com poucas nuvens e nenhuma chuva.

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Por que a mudança de temperatura?

O frio que os moradores de São Paulo estão sentindo é efeito de uma massa de ar de origem polar que acompanha o ciclone extratropical, que se formou entre terça-feira, 9, e esta quarta na costa dos Estados catarinense, paranaense e paulista entre terça, 9, e esta quarta-feira.

O fenômeno meteorológico é comum no Brasil e tende a se deslocar pela costa gerando chuvas, ventos, altas ondas e ressaca. Por essa razão, as principais cidades atingidas tendem a ser as litorâneas. A sua formação, diferente dos ciclones tropicais (que são os furacões), acontece mais afastada dos trópicos - por isso o nome "extratropical".

Na retaguarda do ciclone há um centro de alta pressão atmosférica que, por sua vez, está relacionado ao tempo estável. Quando há um desequilíbrio entre pontos de menor e maior pressão atmosférica ocorrem as rajadas de vento.

(Com informações de Estadão Conteúdo)